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quarta-feira, 8 de setembro de 2010

SUPERAÇÃO ANIMAL

Abandonados, atropelados, traumatizados. Na relação nem sempre amistosa com o Homem, eles levaram a pior, mas souberam dar a volta por cima. No Câmera Record desta semana, animais que driblaram a morte, venceram doenças e emocionaram seus donos com seu poder de superação.

Camões, Magoo e Benedito. Três gatos cegos. Vítimas de uma incompreensível violência humana. Você vai saber como eles sobreviveram a maus tratos e até ao sacrifício em rituais místicos. Quem foi a mulher que resolveu cuidar deles? Uma história comovente de amor a estes animais.

Quanto custa cuidar de um cão paraplégico? Nossa equipe foi conhecer como é a rotina da dona Augusta com o Tuca, um pastor alemão abandonado pelo antigo dono. Jogado pela janela de um carro em movimento, o cachorro perdeu o movimento nas patas traseiras e hoje precisa de cadeira de rodas.

O que os especialistas dizem sobre quem maltrata animais? O que alimenta tanta crueldade? O que há por trás de gestos tão violentos?

Amigos, agradeço se divulgarem e assistirem este tema tão importante! Sexta, 10/09, TV Record, 23h.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

quarta-feira, 24 de junho de 2009

GATO PRETO DÁ AZAR

Como o assunto ANIMAIS é inesgotável (para quem os ama, bem entendido), e como costumo observar relações cada vez mais semelhantes entre estes e os humanos, cabe aqui mais uma delas. Um dos problemas que afetam qualquer tipo de relação ainda é o preconceito, seja ele velado, explícito em maior ou menor grau.

Sempre fui cercada por animais em todas as fases da minha vida. Quando criança tínhamos em nossa casa gatos, pássaros, cães, livres ou não. Naquela época ninguém falava em castração responsável, de modo que os animais saíam livre e as fêmeas invariavelmente, apareciam com suas ninhadas inesperadas. Delas resultavam filhotes brancos, negros, bi e tricolores, rajados, etc. Todos eram criados da mesma forma, com o mesmo carinho. Algumas vezes acontecia de um nascer cego ou com algum problema de locomoção numa das patas, talvez pelos cruzamentos entre os próprios familiares. Não me lembro em tempo algum, que esses filhotes tenham sido discriminados por seus semelhantes, pelos outros animais ou por qualquer dos humanos que os cercavam. Para os animais não existem diferenças.

Minha querida Maria Augusta, do ANJOS PARA ADOÇÃO, conta que sua gatinha de três patas se movimenta livre e graciosamente entre os outros gatos, já que estes não parecem notar que ela tenha alguma coisa diferente deles. E o mais importante: ELA nunca se comportou como se tivesse diferenças...

Recentemente adotei uma gatinha preta com os olhos alaranjados, já falei dela em posts anteriores. Geralmente são esses filhotes que ficam por último nos gatis, às vezes até se tornarem adultos, perdendo a chance de terem um lar. São rejeitados por causa de sua COR. Diz a lenda que gatos pretos dão azar!!!

Parafraseando mais uma vez a Maria Augusta, "o que dá azar não é a cor, é a ignorância"! Que força é essa que transferiros e auferimos a um ser que nos pede apenas carinho e cuidados, nos devolvendo amor incondicional? E quantas vezes nesta vida não fazemos a mesma coisa com pessoas? Quando vemos um animal com três patas, cego, ou com qualquer tipo de dificuldade, somos nós que sofremos porque o preconceito já habita nosso coração.

Minha gatinha preta, Jolie, tem agora seis meses. Foi achada numa estrada, à noite. Além de conviver pacificamente com os outros animais da casa, sobe e desce escadas com três pulos, escala a rede de proteção das janelas muitas vezes de costas, pede petiscos quando os cães ganham, e nas últimas semanas desenvolveu sozinha mais duas habilidades: pula nos tricos das portas para abri-las e gira a torneira da cozinha com as patas para brincar com a água que escorre... Sim, a lenda também diz que gatos não gostam de água...

E os padrões impostos pelos humanos atingem raças (os cães da moda), cor (gato preto dá azar, cachorro branco suja muito), sexo (fêmeas dão mais trabalho quando entram no cio, cães macho fazem os donos passarem vergonha em relação as pernas das visitas) e temperamento (pitbull é assassino - vejam o vídeo do post anterior).

Tudo isso não significa mais que uma palavra: ABANDONO. O mundo pode transformar-se a cada segundo, novas descobertas da Ciência podem acontecer a qualquer momento, mas enquanto o homem não rever suas próprias origens, o desamparo tende a imperar. Não é só nos gatis e sociedades protetoras que vemos tantos gatinhos chegarem à idade adulta por serem enjeitados pela cor, sexo, raça. Que tenhamos a humildade de perceber que os gatos são todos IGUAIS.

Ah, quase esqueço de contar: nunca tive tanta sorte desde que a Jolie chegou aqui na família...

terça-feira, 2 de setembro de 2008

ANJOS PARA ADOÇÃO

Vou reproduzir um texto de uma pessoa que admiro muito e que merece ter toda a divulgação possível! Sempre aqui no Blog você pode acessar diretamente a página dos "ANJOS PARA ADOÇÃO" e ajudar não só minha querida Maria Augusta como também a todos os anjos! Conto com vocês!
Campainha = sobressalto. Telefone = sobressalto. Assim começa o dia de um protetor de animais. Ele tem que madrugar para cuidar de todos os animais que estão sob sua proteção e que não conseguiram ser doados: são os velhos, doentes, especiais, ou seja os que foram rejeitados pela sociedade. Depois de passar horas limpando, alimentando e medicando, o protetor finalmente liga o computador para ler as mensagens, com a esperança que perguntem sobre a turma que ele tem para doar. Felizmente, sempre tem alguém interessado nos cães ou gatos e também muitas, muitas pessoas pedindo ajuda: “Você pode recolher o cão que foi atropelado na minha rua? Você pode abrigar os animais que estão em um terreno baldio? Por favor, me ajude com um caso grave de maus-tratos.” Nesta hora tem início a sensação de medo e impotência que acompanha o protetor durante todo o seu dia. Os apelos são muitos e ele sabe de suas limitações. Mas, apesar dos problemas, ele precisa ir para o canil cuidar da turma (cada vez maior) de cães que tem para doar. São animais resgatados em péssimas condições ou que estavam correndo perigo de morte, muitos deles adultos e doentes. Sair de casa se tornou uma agonia, pois o protetor vê, cada vez com mais freqüência, muitos animais abandonados pelo caminho e não tem como ajudá-los. Se ele não estabelecer um limite, não haverá como cuidar dos que já estão sob sua responsabilidade. À tarde, ele volta para o computador para responder aos pedidos de adoção e receber notícias dos animais que já foram encaminhados. É sempre muito difícil ler o tempo todo sobre abandono e crueldades contra os animais e ter que confiar em quem vai adotar seu protegido. Isto é um exercício de superação, mas enfim, ele precisa confiar nas pessoas. A doação é o objetivo de seu trabalho, é o que o motiva a continuar nesta luta. Mas, muitas vezes a doação não dá certo e as causas podem ser as mais absurdas, ou o cão não late nunca ou ele late demais. O motivo é sempre a falta de perseverança das pessoas que, diante da menor dificuldade, desistem de tentar. Esta é uma das maiores tristezas para o protetor, colocar o animal que já estava se habituando a uma casa, a uma família, de volta em um abrigo. A maioria dos animais adoece ou entra em depressão. No final da tarde, outra sessão de limpeza, alimentação e medicação. À noite, exausto, o protetor consegue dormir em paz, aquele sono pesado e gratificante de quem batalhou o dia todo. Ele só perde o sono quando as dívidas nas clínicas veterinárias e nas casas de ração excedem o seu limite mensal. Aí começa outra batalha, a de levantar dinheiro para saldar seus compromissos. O certo é que o tempo todo o protetor de animais oscila com altos e baixos, com notícias boas e ruins e com vitórias e derrotas. Diante disto tudo, o que o faz continuar? Apenas uma coisa: o olhar de gratidão de um animal desesperado e sem saída. Alguns protetores piram, outros desistem, eu escrevo...
Maria Augusta Toledo

terça-feira, 19 de agosto de 2008

QUEM FICA PARADO É POSTE

Li uma notícia sobre uma tartaruga paralítica (isso mesmo!) que ganhou um carrinho adaptável ao seu corpo do zoológico onde vive em Jerusalém e agora pode deslocar-se para onde quer, já tendo até encontrado um companheiro! Isso é o máximo! Você já pensou naquelas pessoas que você conhece e que acham que a vida não vale a pena? Acham que nada dá certo, que uma nuvem negra de andar pro sobre suas cabeças e repetem essas idéias a exaustão não só para si mesmos mas também para aqueles que cruzam seus caminhos. Pois é, mas hoje em dia graças as facilidades dos meios de comunicação, da rapidez com que as notícias circulam, podemos e devemos ajudar quem ainda pensa assim. Existem INÚMEROS recursos que podem melhorar a qualidade de vida de todos os seres vivos. Obviamente, e isso é o mais difícil, cada um de nós deve fazer a própria parte e não ficar esperando que as coisas caiam do céu. “Ajuda-te e o céu te ajudará” já nos diz o próprio Evangelho. A pequena tartaruga sem mobilidade até outro dia, já pode passear por aí e tentar uma vida nova com um companheiro! E você vai ficar aí parado?
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