Toda história tem seu preço, tem seu começo, o seu dito. É só virar do avesso, ler o que está subscrito.(Gilberto Telles)
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
DINHEIRO NA MÃO É VENDAVAL
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
terça-feira, 20 de outubro de 2009
SERÁ TARDE PARA RECOMEÇARMOS?
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
AMIGOS DE ALMA
Gosto de gente. Sempre gostei.
Em toda a minha vida sempre trabalhei com pessoas. Costumo dizer que tenho o privilégio de admirar a alma de cada uma, naquilo que faço. Graças a essa observação, vou aprendendo através delas, um pouco mais de mim mesma. Com elas, aprendo a olhar o mundo de diversas formas. Às vezes com humildade, outras incrédula, questionando sobre preconceitos e afins, com paciência e aceitação (acredito que uma não anda sem a outra...), outras nem tanto, afinal sou humana e continuo aprendendo...
Trabalhar com gente nos dá a exata medida do poder que temos sobre alguém: nenhum. Cada um só pode mudar aquilo que quer, que está a fim, e isso independe de qualquer outra pessoa.
Quando as coisas ficam muito pesadas, me dedico inteiramente a outro amor que carrego no coração: os animais. Dedico-me é maneira de dizer, porque sabemos que os animais é que se dedicam incondicionalmente a nós! Com seu olhar sincero também perscrutam nossa alma, nosso humor, lambem nossas lágrimas e nos afagam com suas patas, pedindo colo, entregando seu calor. E sem pedir nada, absolutamente nada em troca.
Isso também acontece em momentos raros de nossa vida.
Conhecemos pessoas que começam a fazer parte de nossa vida e vão se instalando, devagarinho em nossos corações. E assim, sem mesmo conhecê-las pessoalmente, nos dão força, alegria e podemos sentir na distancia o poder de sua luz. Luiz, é com você, de coração: OBRIGADA! E um dia, tenho certeza, poderei retribuir num abraço sincero o bem que suas palavras de ânimo tem me feito nos últimos dias!
Deixo uma letra que traduz o que quero dizer a vocês neste momento e um vídeo para agradecer por fazerem parte da minha vida.
Yo tengo tantos hermanos Que no los puedo contar En el valle, la montaña, En la pampa y en el mar Cada cual con sus trabajos Con sus sueños cada cual Con la esperanza delante, Con los recuerdos detras Yo tengo tantos hermanos Que no los puedo contar
Gente de mano caliente Por eso de la amistad Con un lloro pa’ llorarlo Con un rezo pa’ rezar Con un horizonte abierto Que siempre esta mas alla Y esa fuerza pa’ buscarlo Con tezon y voluntad.
Cuando parece mas cerca Es cuando se aleja mas Yo tengo tantos hermanos Que no los puedo contar. Y asi seguimos andando Curtidos de soledad Nos perdemos por el mundo Nos volvemos a encontrar.
Y asi nos reconocemos Por el lejano mirar Por las coplas que mordemos Semillas de inmensidad. Yo tengo tantos hermanos Que no los puedo contar
Y asi seguimos andando Curtidos de soledad Y en nosotros nuestros muertos Pa’ que nadie quede atras.
Yo tengo tantos hermanos Que no los puedo contar Y una hermana muy hermosa Que se llama libertad
